| 1996
A Graffiti começa a ser distribuída a mão em Belo
Horizonte e outras cidades. O retorno da venda é escasso mas, com
o apoio de uma pequena empresa que se oferece para captar recursos, botecos
dos bairros Santo Antônio e Serra, frequentados pelo grupo, tornam-se
anunciantes.
Em
maio sai a Graffiti 1, que conta com um encarte, o Inserto, dedicado à
vida cultural de BH. Uma folha de seda como página de abertura
é a outra novidade. Destaque da edição, a entrevista
com o músico Tom
Zé inaugura série dedicada a autores da MPB. Em ocasião
do lançamento é realizada exposição no extinto
Cine Nazaré e festa no Teatro Universitário. Os principais
diários de Belo Horizonte noticiam os eventos.
Apesar da
qualidade gráfica da edição, os recursos continuam
exíguos. As festas de lançamento constituemo principal meio
de renda e divulgação da revista. A parceria com publicações
independentes de Rio e São Paulo ocasiona lançamentos nestas
cidades.
Em
dezembro sai a Graffiti 2. O Inserto passa a ser publicado em formato
poster. Jards Macalé,
entrevistado nesta edição, participa do lançamento
com show no Elite, tradicional danceteria da capital mineira.
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